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Sábado, 17 de Outubro 2026
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A dor de uma Mãe que teve sua filha morta de maneira brutal

A dor de uma Mãe que teve sua filha morta de maneira brutal
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O Dia das Mães é especial e também de muita alegria, porém, para quem não tem mais a genitora neste plano terrestre ficam apenas as memórias dos momentos vividos. Em outros casos, onde a mãe perde um filho de maneira trágica a dor fica marcante neste período. A reportagem, entrevistou Sandra Maria Prestes, que mesmo tendo cumprido sua jornada de trabalho em uma indústria de compensados prontamente respondeu aos questionamentos. Ela teve sua filha, Ana Carolina Prestes Silva (Carol), morta, em um crime que chocou a sociedade. A vítima fatal estava grávida, teve seu corpo jogado às margens da PR-912, proximidades da Vila Rural, em Palmas. O corpo após ser encontrado ainda demorou mais de 90 dias para a liberação junto ao Instituto Médico Legal (IML) de Pato Branco para depois ser sepultado. “No Dia das Mães semprepara a Carol e chorava bastante”, mãe de Carol, Sandra Maria Prestes.  está faltando minha filha, é muito triste, desde que aconteceu o crime contra ela, nunca esqueço, sempre vou lembrar, não é fácil perder uma filha ainda mais da maneira que aconteceu, estava grávida de 3,5 meses, faz 06 anos que a mataram, nunca vou esquecer”, comentou ela e explicou que cuida da filha da Carol, que também sente saudades da mãe “apesar de ser adolescente, com 12 anos, mas, ainda lembra bastante da sua mãe. Quando era mais nova escrevia cartas e levava ao cemitério para a Carol e chorava bastante”, enfatizou Sandra e acrescentou, “para mim foi muito doloroso a morte da minha filha, 21 dias jogada no mato, quando foi encontrada já não existia mais nada, nem me deixaram ver o que restou se não iria ficar louca. Tomo remédio para depressão até hoje”, destacou agoniada a mãe e mencionou para aliviar a dor chora bastante, “peço para Deus me ajudar, tenho duas filhas para criar. Neste período, no Dia das Mães o sofrimento é ainda maior”. Condenação “A justiça foi feita, mas eles deveriam pegar mais anos de cadeia. Eles ainda vão sair, mas minha filha nunca mais sai do cemitério”, disse com tristeza no olhar. Mensagem “Que as mães amem muito seus filhos, eles são tudo para nós, que sempre valorizem. E também que os filhos cuidem de seus pais”, finalizou.    O caso Na sexta-feira (04) de agosto de 2017, chegou ao fim a esperança da família de Carol, de encontrá-la com vida. A jovem, estava desaparecida desde o dia 15 de julho do mesmo ano e foi encontrada morta às margens da PR-912. Após o corpo ser encontrado, no outro dia, no bairro Hípica, em Palmas, a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão do casal acusado de praticar o homicídio. Liberação A liberação do corpo junto ao IML demorou mais de 90 dias. A demora foi devido aos trâmites burocráticos e aos exames de DNA. Sepultamento  Na quinta-feira (09) de novembro, aconteceu o sepultamento no cemitério Jardim da Paz. Júri Popular Em janeiro de 2019, foi realizado Júri Popular do casal acusado de assassinar Ana Carolina Prestes. O casal recebeu a condenação unânime dos jurados. A mulher foi sentenciada em 16 anos de prisão em regime fechado, enquanto o acusado recebeu a pena de 22 anos de reclusão em regime fechado. [gallery size="medium" td_select_gallery_slide="slide" ids="28522,28523,28524"] https://youtu.be/xDNI5Td0GjY
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