A psicologia positiva, estudada por Martin Seligman e outros pesquisadores, nos mostra que mesmo diante do sofrimento é possível encontrar sentido. Viktor Frankl, sobrevivente de campos de concentração e criador da logoterapia, escreveu: “Quem tem um porquê, suporta qualquer como.” Essa frase nos lembra que, quando a vida tem um propósito, somos capazes de suportar até mesmo as maiores dores.
O Setembro Amarelo é, acima de tudo, um convite à reflexão: qual é o meu porquê? O que me dá sentido? Quando descobrimos algo que nos motiva — seja família, amizade, fé, arte, trabalho ou serviço ao próximo —, encontramos motivos para continuar caminhando mesmo quando os ventos estão contrários.
É importante entender: florescer não significa não ter dor. Florescer é escolher, mesmo em meio às dificuldades, buscar um novo olhar, um aprendizado, um passo de cada vez. A psicoterapia ajuda muito nesse processo, pois permite que a pessoa ressignifique suas experiências, transforme feridas em cicatrizes e cicatrizes em sabedoria.
Se hoje você sente que não há saída, lembre-se: sua história não terminou. A dor pode estar presente agora, mas ela não define o seu futuro. Assim como as flores voltam a desabrochar após o inverno, sua vida também pode florescer novamente.
O Setembro Amarelo nos lembra de uma verdade poderosa: a vida vale a pena ser vivida, mesmo em meio às dores. Sempre há esperança, sempre há possibilidade de recomeço, sempre há um motivo para continuar.
Júnior Chisté, psicólogo,
escritor e palestrante.
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