Em 12 de abril de 2021, foi dada ampla divulgação pelas mídias locais que o vereador Miguel Alves, conhecido popularmente como Cacique (MDB), foi preso em flagrante pela prática do crime de porte de arma, crime contra o meio ambiente e corrupção de menores.
Naquela data, o mesmo foi abordado na rodovia PR 562, nas imediações da Coopertradição, situada na zona rural de Clevelândia, portava uma espingarda cal 20, marca Boito e 11 munições intactas do mesmo calibre todas de uso permitido, o que fazia sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar.
Nas mesmas condições descritas, o vereador Cacique transportava um tatu-galinha, o que fazia sem permissão, licença ou autorização da autoridade competente. Para agravar a situação corrompeu o adolescente A.B., 12 anos, com ele praticando os delitos.
Recentemente o juízo da Vara Criminal condenou o vereador a 2 anos de reclusão e 10 dias-multa, na proporção 1/30 (um trigésimo) do salário mínimo vigente à época dos fatos. A decisão transitou em julgado e o vereador, em decorrência de se tratar de crime contra o meio ambiente, perderá seus direitos políticos e ficará inelegível, conforme Lei complementar 64/90.
A 47ª Zona Eleitoral de Clevelândia já foi oficiada para cassar os direitos políticos, de modo que juízo eleitoral e oficiou a Casa de Leis para fazer cumprir a decisão. Recomendação esta que já foi cumprida na terça-feira (16), com a posse da suplente, Lúcia Ferri (MDB). Ela já assumiu o cargo e participou da sessão extraordinária sobre o salário dos estagiários.
Fonte: Portal Meiga Terra/Redação