A partir da próxima segunda-feira (22), o IFPR Campus Palmas, avança na questão da alimentação para seus alunos. Dessa data em diante também serão beneficiados com o lanche, os alunos que estudam no período noturno na instituição.
Para esclarecer alguns pontos sobre essa sistemática, a reportagem entrevistou a diretora-geral da instituição, Professora, Graciela Gehlen, que enalteceu esse grande momento na oferta da alimentação escolar, com lanche para os alunos que estudam no Campus Palmas à noite. “Nós temos mais de mil estudantes, vamos iniciar dois dias na semana com a oferta desse lanche. Lembrando que anteriormente em uma entrevista, revelei que seria disponibilizado o lanche durante o dia para os alunos dos cursos de farmácia e agronomia, e agora será disponibilizado para os 10 cursos superiores à noite, nas segundas e quartas-feiras, no horário do intervalo das 21h10 às 21h25”, comentou a diretora-geral e relatou que o mesmo lanche ofertado para os alunos do ensino médio, é para o ensino superior diurno, em breve para o período noturno.
Proposta
Destacou ainda que a proposta do lanche foi iniciada ao se lançar candidata ao cargo de diretora-geral, “a pauta da alimentação escolar sempre foi muito importante, estou feliz em conseguir avançar. A ideia é chegar na janta, como expliquei anteriormente, será um diferencial maior ainda aos estudantes noturnos, que são eminentemente trabalhadores. Reitero que essa conquista para o ensino superior é muito importante, porque os recursos do governo federal priorizam os alunos do ensino médio, considerado no Brasil a educação básica obrigatória, ou seja, a criança e ao adolescente precisam estar na escola, portanto, a escola precisa prover a alimentação”, explicou e acrescentou que o ensino superior não, é um ensino eletivo, a pessoa faz ou não um curso superior. “A conquista de uma alimentação gratuita é um grande avanço dos institutos federais, e Palmas tem sido precursora desse processo no Paraná. Para terem uma ideia, nessa semana os outros campos estão inaugurando os prédios, os refeitórios, e nós já estamos, graças a uma conquista de um prédio por gestões anteriores, conquistamos o avanço para os três turnos de alimentação”, assinalou.
Alimentação
A diretora-geral, esclareceu que proposta da alimentação segue a autogestão, “é um restaurante que faz a autogestão, fazemos as licitações, as compras, as liquidações, o preparo do alimento e a entrega desse alimento aos estudantes. Todo o processo é feito dentro do campus, por isso se torna mais complexo, mais trabalhoso, mas, orçamentariamente, é o que é possível, porque a terceirização facilita, mas nos traz um custo que ainda não temos condições de avançar, enquanto orçamento mesmo, sobre o orçamento anual do campus”, esclareceu.

Jornal A Folha