No último programa Direto ao Assunto – Eleições 2026, o candidato a deputado federal, Rodrigo Kolh Ribeiro (João Pimenta – PODEMOS), fez a explanação de suas bandeiras e também comentou sobre o número de votos para se eleger deputado federal.
“Não estamos mensurando a quantidade de votos, mas, a organização partidária. O PODEMOS elegeu um deputado federal em 2022, com 11.800 votos, Hauly. Em 2022, concorri a deputado estadual, com mais três candidatos locais e fiz ao todo 3.500 votos. A nossa legenda pode novamente estourar em votos com candidatos fortes, e caso o governador Moro se eleja, pode chamar algum deputado para ser secretário de estado, abrindo vagas para os suplentes assumirem”.
Pulverização de votos
“Discordo que o palmense, não vota no palmense, caso contrário não teria feito apenas em Palmas, 3 mil votos para deputado estadual, em 2022. É natural que em uma eleição com o Paraná todo cheio de candidatos que cheguem em Palmas. Sou o único candidato a deputado federal do município. Sobre essa pulverização os próprios grupos políticos locais fazem que isso ocorra”, reiterou.
Votar
“Fica meu apelo para você eleitor palmense, vote no dia (04) de outubro. A pessoa tem que se envolver na política para mudar nossa realidade a nível local, estadual e nacional”.
Atendimentos em outros municípios
Explicou que é usuário do SUS e também membro do Conselho Municipal de Saúde de Palmas, diante disso, entende todo o sistema. Sobre o tratamento, consultas e outros procedimento que os palmenses fazem em outros municípios. “Essa questão ocorre através dos convênios dos municípios com os Consórcios de Saúde para fazer os atendimentos agrupados em cidades maiores. Palmas e algumas outras cidades da nossa região tem hospitais. Proponho que possamos liderar um movimento forte entre os prefeitos, para que enquanto deputado possamos trazer emendas para que esses prefeitos possam gerir a saúde da maneira convencional no município, com a maioria dos procedimentos nos mesmos locais de origem e apenas os casos mais complexos nos grandes centros”.
Dobrada
“Estou com a Lu Bonatto, quando fui exonerado do cargo de diretor do departamento de Cultura, ela, na condição de presidente estadual do PODEMOS, me acolheu. O Felipe Francischini entendeu minha liderança no Sudoeste, e me contratou para ser seu assessor. Tenho as portas abertas com a candidata, pois votar no João Pimenta é votar na Lu Bonatto, uma das suas bandeiras é defender crianças e mulheres vítimas de violência. Os índices de Palmas nestas duas questões são alarmantes”.

Jornal A Folha