Aceitar qualquer convite.
Mudar a agenda para atender os outros.
Dizer “sim” antes mesmo de pensar.
Mas existe uma diferença enorme entre ser acessível e ser disponível.
Pessoas que se valorizam entendem que seu tempo, sua energia, sua atenção e sua presença são recursos finitos.
Não é sobre dinheiro.
É sobre posicionamento.
Quem está disponível para tudo, muitas vezes deixa de estar disponível para si.
Aprender a dizer “agora não”, “não posso” ou “essa prioridade não é minha” não é arrogância. É maturidade.
Autoconhecimento faz-se necessário para esta mudança de comportamento.
Limites saudáveis comunicam uma mensagem poderosa: “Eu respeito o meu tempo. E espero que ele também seja respeitado”.
Curiosamente, quanto mais você se posiciona com clareza, mais as pessoas tendem a valorizar sua presença.
Porque valor não nasce da disponibilidade constante.
Valor nasce da coerência, da credibilidade e da capacidade de escolher onde investir aquilo que você tem de mais precioso: a sua vida.
E você? Você tem sido acessível… ou excessivamente disponível?
Júnior Chisté, psicólogo, “escritor e palestrante. “Atende através de “vídeo-chamadas, “(49) 9 9987 9071.

Jornal A Folha