O evento contou com a presença do secretário de Estado do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, o Prefeito Daniel Langaro, a primeira-dama Angela Lângaro, o Presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Bannake, vereadores, a secretária de Assistência Social, Rubiana Matoso, servidores municipais e representantes da comunidade.
“A taxa de natalidade do município é alta, essas políticas públicas vêm auxiliar essas mães que precisam. O governo do estado, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família, teve essa sensibilidade. Espero que as pessoas beneficiadas façam bom uso. Vamos continuar trabalhando para que mais incentivos venham para nossa população”, destacou o chefe do Executivo.
O Secretário de Estado do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, comentou que na maioria das vezes as famílias carentes não têm condução própria para levar seus filhos. “Ter que levar uma criança com 4kg ou 5 kg, no colo, por alguns quilômetros. Com esse carrinho de bebê irá facilitar essa questão, a criança fica bem acomodada. Todo investimento na primeira infância, retorna grandiosamente para o município, para o Estado e para o Brasil. Cada R$ 1,00, investido neste segmento, retorna R$ 8,00, Nobel de Matemática elencou esses dados”, pontuou o secretário.
A Secretária de Assistência Social, Rubiana Matoso, explicou que o município é responsável com o acompanhamento familiar e também para o cadastramento das gestantes que se enquadram através do CadUnico e do Bolsa Família. “Temos essa vulnerabilidade social, com esse programa diminui essa carência para as gestantes”.
A organização da solenidade foi realizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, da Mulher e da Pessoa Idosa, que tem atuado de forma intensa na atenção às famílias do município.
Critérios de atendimento
O programa atenderá gestantes a partir da 28ª semana de gravidez e puérperas até 30 dias após o parto. Também são atendidas famílias inscritas no CadÚnico, beneficiárias do Programa Bolsa Família com renda per capita até a linha da pobreza.
Casos excepcionais de vulnerabilidade extrema, como famílias em situação de desabrigo, crianças com deficiência ou vítimas de violência doméstica, também poderão ser contempladas pelas ações, desde que sejam acompanhadas por relatório social das equipes técnicas municipais.
O número inicial de kits foi definido com base na média de nascimentos entre 2020 e 2023, considerando famílias enquadradas na linha da pobreza.
Para receberem os kits, os municípios participantes assinam um Termo de Adesão, nomeando um responsável pelo programa, organizam o armazenamento dos kits e mantem o cadastro atualizado das famílias atendidas. Além disso, devem alimentar os sistemas da Secretaria de Desenvolvimento Social e Família (Sedef) com informações sobre o acompanhamento e a prestação de contas.

Jornal A Folha