Os católicos da Capela do Divino Espírito Santo e também de Palmas, irão marcar o dia (23) de julho, como uma referência, pois, ocorreram dois fatos marcantes, o início da instalação do sino e também do relógio, na obra que representa a antiga Catedral de Palmas, demolida na década de 70.
Sobre essa temática a reportagem entrevistou a Professora Terezinha Acco, que faz parte da Comissão responsável pela construção. “É um momento histórico para Palmas, estou muito emocionada, aguardando há três anos por essa data. Foi a primeira aquisição que fizemos quando assumimos no dia (20) de julho de 2023. Primeiro, foi o sino, o projeto inicial era trabalhar a torre, na sequência o relógio. Realmente, uma expectativa tão grande, há 12 anos acalentado, quando Dom Agostinho idealizou o projeto, a Réplica contemplava a torre, o relógio e o sino. Hoje, graças a Deus, com esse sol maravilhoso que chegou de repente como um presente do céu, Palmas, pode ver de perto esse esplendor e depois através da imprensa estes dois novos adereços”, relatou ela, e reiterou que foi um momento de gratidão a Deus e a Diocese, ”estou nessa obra, graças à validação do meu trabalho, pelo nosso bispo Dom Edgar, que na quinta-feira (23) completou 10 anos de seu episcopado. As primeiras badaladas, já que a linguagem do sino tem uma conexão com o céu e a terra, é o presente dele, e também pela gratidão do povo de Palmas, dessa comunidade, que acreditou esperançosa e o sonho foi concretizado”.
Sino
A Professora, explicou também que o sino é de bronze, um metal nobre para essa finalidade, tem 110 quilos, e foi todo programado com a Comissão de Arquitetura e Arte Sacra, a partir da estrutura física da torre, e na escala de notas musicais também foi escolhido a nota Mi. “Não tem muito o que comentar, porque é uma obra de arte em si, foi confeccionada pela indústria Piracicaba de sinos, é pioneira”.
Badaladas do sino
“Tem todo um protocolo, mas, é bem flexível, além da orientação da Arte Sacra, o nosso padre, Emerson Detoni, pretende alinhar as batidas com a da Catedral. Seguindo o protocolo que bate o sino de hora em hora, exemplo, a partir das 19h até às 22h. será emocionante, e o relógio também, o martelinho, vamos verificar como vai bater as horas, para não perturbar o sono da população”.

Jornal A Folha