O plano tem um itinerário para conhecê-lo antes que seja discutido, debatido e aprovado pelos que foram convocados para tal fim. O plano de pastoral, além de um excelente itinerário, precisa de igual modo de uma metodologia que favoreça as decisões e deliberações que serão aprovadas para o tempo estabelecido de evangelização. Dito isso, nos dias 17 e 18 de outubro de 2025, do Ano Jubilar da encarnação de Jesus Cristo, nosso Redentor, na Casa Divino Mestre, foi aprovado o 17º Plano de Ação Evangelizadora, da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão. Nesta Assembleia Diocesana de Pastoral, precedido por três Conselhos Diocesanos, traçamos os caminhos pastorais da Diocese para os próximos cinco anos, até outubro de 2030. Com a metodologia que usamos, ou seja, o processo de escuta sinodal, a partir do perfil católico do Sudoeste do Paraná, inauguramos para a Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, um novo período pastoral, alicerçado pelo tripé da Comunhão, Participação e Missão.
Diante disso, é necessário ter dois olhares. O primeiro é o acolhimento, a receptividade com alegria e esperança do novo Plano por parte de todos os agentes de pastoral: do bispo, dos sacerdotes, dos diáconos, da vida religiosa/consagrada e, sobretudo, dos leigos e leigas, que são uma plêiade nesta Diocese, em um vasto número de pastorais, serviços e movimentos, no seguimento de Jesus Cristo e no anúncio do Evangelho. A receptividade e o acolhimento das mais de mil comunidades da Diocese farão a diferença pastoral do Plano que que está chegando aos padres, diáconos e a todas as lideranças pastorais. Por outro lado, é fundamental buscar ter uma visão mais técnica, isto é, procurar acolher o auxílio de pessoas profissionais em diversas outras áreas, de outras ciências que podem e devem colaborar para a efetivação do 17º Plano de Pastoral. Assim o fizemos com a Professora e Teóloga Alzirinha Rocha de Souza, sob a coordenação permanente do Pe. Vagner José Raitz, Coordenador da Ação Evangelizadora. Optamos, após a escuta, entre outros, por sete grupos que serão os protagonistas da ação evangelizadora e deles, com as Comissões que serão constituídas em 2026, vamos nos ocupar na evangelização: com o clero/religiosos/as, com os adolescentes, os jovens, pessoas com deficiência, os idosos, os educadores/as e os profissionais de imprensa. Dentre os “grupos de fronteira”, destaco casais em nova união e os recomeçantes.
Guiados pelo Espírito Santo
Portanto, creio que nós, a Igreja Diocesana de Palmas-Francisco Beltrão, sob a guia do Espírito Santo, estamos convictos de sua ação apostólica e diante disso, repropor este novo plano de Pastoral pensado e discernido, afim de que atinja a todos e que todos possam também sentir-se participantes e membros de tal missão, pois o Reino de Deus é de todos e nós devemos anunciá-lo com base a bons e grandes planejamentos. Esta é a missão de todos nós, membros de uma comunidade de fé e de amor, seguidores de Cristo, o Enviado do Pai, numa Igreja em estado permanente de saída missionária.
Ao Pe. Vagner José Raitz, gratidão é a palavra para agradecer pelos seis anos dedicados exclusivamente à Coordenação Diocesana de Pastoral. Ao Pe. Dilonei Pedro Müller, novo Coordenador da Ação Evangelizadora, nossos agradecimentos pela sua disponibilidade neste imenso campo apostólico de grande importância à Igreja. Sua missão principal será, além de dinamizar todas as atividades das pastorais, movimentos e serviços, será o de congregar a Diocese numa grande comunhão a partir deste 17º Plano de Ação Evangelizadora.
À Virgem Maria de Aparecida, Mãe da Igreja e Padroeira do Brasil, que no Cenáculo ajudou a comunidade nascente a abrir-se à novidade do Pentecostes, nos ensine a ser um Povo de discípulos missionários que caminham juntos: uma Igreja diocesana e sinodal.
Dom Edgar Xavier Ertl“Diocese de Palmas-Francisco Beltrão.
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