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Terça-feira, 17 de Março 2026
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Bolsonaro sugere Alexandre de Moraes como vice em 2026 durante depoimento no STF

Bolsonaro sugere Alexandre de Moraes como vice em 2026 durante depoimento no STF
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma declaração inusitada ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, durante o depoimento que prestou na tarde desta terça-feira (10), na condição de réu na investigação sobre uma suposta trama golpista. "Poderia fazer uma brincadeira? Eu perguntaria ao meu advogado. Gostaria de convidá-lo para ser meu vice em 2026", afirmou Bolsonaro, atualmente inelegível até 2030 devido à condenação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Moraes respondeu de forma imediata: "eu declino". O depoimento teve início às 14h33, e Bolsonaro compareceu com um exemplar da Constituição, que exibiu enquanto discursava. Ele reiterou que não atentou contra a democracia e afirmou que suas críticas ao sistema eletrônico de votação remontam a 2012. Bolsonaro também declarou que não foi o único a questionar as urnas eletrônicas. Durante sua gestão como presidente, acumulou uma série de posicionamentos polêmicos, incluindo declarações golpistas, conflitos entre os Poderes, ameaças de não cumprir decisões do STF e a disseminação de desconfiança sobre o sistema eleitoral por meio de informações falsas. Após a derrota nas eleições de 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Bolsonaro incentivou a formação de acampamentos golpistas em todo o país, que culminaram nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Nesse contexto, ele manteve seus apoiadores esperançosos em uma possível reversão do resultado eleitoral e admitiu ter discutido com militares e assessores próximos a possibilidade de intervenção no TSE para anular as eleições. Por outro lado, a defesa de Bolsonaro nega que ele tenha participado de crimes e critica a acusação da PGR (Procuradoria-Geral da República), argumentando que não há provas que vinculem o ex-presidente a uma suposta conspiração iniciada no Palácio do Planalto em junho de 2021 ou aos atos de vandalismo ocorridos em 8 de janeiro de 2023. A PGR, porém, sustenta que Bolsonaro é o líder da organização criminosa que tentou planejar um golpe de Estado após a vitória de Lula nas eleições presidenciais.
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