Isso ocorreu devido ao tarifaço que em alguns casos atingiu quase 60%, inviabilizando as relações comerciais. Essa medida mexeu com os brios dos representantes de cada país que participaram de inúmeras reuniões e audiências para que esse posicionamento fosse revisto. Com toda essa dinâmica a questão foi revista, e para alguns setores ocorreu a redução, porém, para outros seguiu-se a saga das alíquotas na estratosfera. Neste cenário o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), declarou que as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 6,6% em 2025.
Porém, o dia (20) de fevereiro deste ano, foi literalmente um divisor de águas para o Brasil, devido a uma votação que ocorreu na Suprema Corte dos Estados Unidos, com o resultado de 6 a 3, ocasião em que derrubou o tarifaço imposto por Trump. A Corte entendeu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência, utilizada para justificar as barreiras comerciais, não o autoriza a impor tarifas. Incrédulo com a decisão, o Presidente norte americano assinou um decreto e se utilizou de leis antigas para continuar com o aumento de alíquotas por 150 dias. Porém, felizmente essa decisão não afetou o setor de compensados brasileiro, principalmente, em Palmas, que é uma das principais produtoras brasileiras desse produto. Os empresários do setor estão animados com estes percentuais estabelecidos, ou seja, alíquota de 10% e o imposto de importação em 8%, possibilitando novos investimentos e oportunizando a contratação de mão de obra.
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Jornal A Folha