Objetivo foi entrevistar Maria de Fátima da Mota (16 anos), que no dia (27/01), deu à luz a uma menina na área central de Palmas, proximidades da Praça Bom Jesus.
Na residência, a genitora, estava sentada em uma cadeira com a pequena Alexia, que nasceu com 2.800 kg e dormia tranquilamente.
Sobre o fato, a mãe, revelou que no dia estava com um pouco de dor, “só deu umas duas, ou três dores e estourou a bolsa, ela nasceu. Uma senhora, que não lembro o nome me atendeu, correu atrás e um piazinho chamou os bombeiros que estavam na Praça. Foi bem rápido, me atenderam e já fui para o hospital. Foi bem normal, bem ligeiro”, frisou ela e explicou que ficou com um pouco de medo porque no início achou que a menina não iria nascer. “Me pediram para sentar, fiquei parada, quando notei ela estava nascendo e não deu tempo de ir para o hospital, foi lá mesmo”, informou e revelou que só ficou um dia internada no hospital.
A mãe, comentou também que o nascimento estava agendado para o dia (05) de fevereiro. “Não sei dizer porque ela se adiantou, acho que quis nascer antes, se apurou, eu mesma não sei explicar”, disse sorridente e disse que a menina nasceu normal e com bastante saúde.
Sobre as notícias que circularam nas redes sociais Brasil afora, esclareceu que por um lado ficou faceira, porque muitas pessoas e famílias disseram coisas boas. “Porém, algumas pessoas falaram coisas feias, uma mulher tentando diminuir a outra, rebaixando, tentando dizer as coisas que não ajudam”, pontuou com semblante triste.
Apoio
Maria de Fátima, pede ajuda da comunidade, com roupas, leite, alimentos e um “tanquinho”, para lavar as roupas da criança. “Não recebo nenhum auxílio do governo, por isso dependo da ajuda”.
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Jornal A Folha