O candidato a deputado federal, Policial Martins (PODEMOS), concedeu entrevista no estúdio da TV A Folha. Comentou sobre a defesa das suas principais bandeiras.
Ressaltou que o principal motivo para aceitar a missão de ser candidato é a insatisfação da população. “Faço parte do terceiro setor, participo em muitas entidades, já fui presidente, representante e até firmei nesta semana, alguns compromissos, um deles é com o terceiro setor”, argumentou ele e destacou que é extremamente contra os super salários. “Um deputado federal ganha aproximadamente R$ 40 mil mensais, enquanto a população ganha dois ou três salários mínimos. Isso não está condizente com a nossa realidade. Por isso consignei em cartório, se eleito for, irei doar metade do meu salário líquido para as entidades formalmente constituídas para atender o esporte, as crianças, os idosos. Também não compactou com a reeleição no mesmo cargo em sequência. Por tal fato, consignei em cartório que, se eleito for, não vou para a reeleição no mesmo cargo”, destacou o candidato.
Insatisfação do eleitor
Devido ao elevado número de eleitores que não comparecem nas urnas para votar, Policial Martins, destacou que é importante a população participar do pleito eleitoral, pois, define o futuro da nação. “Sou uma pessoa humilde, sou do povo, sou fora do jogo político, não tenho familiar político. Por tal fato, nós precisamos ocupar espaço, precisamos de pessoas fora do jogo. Você tem que me ajudar nessa caminhada e ajudar outras pessoas que também querem um ritmo diferente. Temos que ter pessoas instruídas, com gestão e fora daquela velha política”.
Questão Penal e Saúde
“Penso o seguinte, tem que ser feita uma grande revisão penal no nosso país, é constitucional. Já estamos com maturidade, por óbvio, para ter uma pena de morte para traficante, para pedófilo. Temos que colocar os presos para trabalhar, é o básico, pois, enobrece o homem, e o preso tem que trabalhar para pagar seus custos e pegar todo esse dinheirão que é investido no sistema penitenciário e aplicar na saúde para acabar com a fila do SUS”, reiterou ele e destacou que seu compromisso é conseguir um Hospital Universitário Regional em Pato Branco. “Temos uma excelente estrutura na Unidep, a universidade que forma vários médicos por ano e esses profissionais acabam indo embora por falta de empregabilidade. Conseguindo constituir esse hospital, vamos dar emprego a esses médicos, que vão ficar na nossa região, acabando com aquela demanda do nosso povo ter que viajar para Curitiba, Foz do Iguaçu, Guarapuava, para fazer operações basicamente simples”.
Comentou também sobre a área de oncologia, “o câncer, essa doença diabólica que assola as famílias. Além de toda essa situação horrível, o familiar tem que ir junto, acompanhar a pessoa, fazer o tratamento em Cascavel ou Curitiba, nós temos que sanar isso, o tratamento tem que ser no nosso Sudoeste, temos capacidade para isso. Com a constituição de um Hospital Regional Universitário, iremos conseguir atender melhor a oncologia, resolveria um grande problema, aliás, problema do Sudoeste”.

Jornal A Folha