O Conselho Municipal de Saúde de Palmas, realizou no auditório da secretaria de Educação a 7ª Reunião Ordinária. Em pauta, na terça-feira (11), alguns assuntos, dentre eles, esclarecimentos sobre os números de Sífilis no município e também apresentação do Plano Plurianual (PPA).
O presidente do CMS, Dr Célio Schernosk Ribas, deu início aos trabalhos e informou a pauta das discussões, incluindo informações da Comissão de Fiscalização, que observa o que está ocorrendo nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), no hospital e tudo o que está relacionado a saúde. “Foi uma reunião que não teve nada a ser deliberado, mesmo com o tempo chuvoso e frio tivemos quórum suficiente”, esclareceu o presidente do CMS.
A secretária de Saúde de Palmas, Paula Langaro, comentou que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), emitiu a Nota Técnica Nº 37, no final do ano passado que o PPA tem que ser organizado na Prefeitura em consonância com todos os instrumentos de gestão, independente da secretaria. “Nós, da Saúde temos dois instrumentos de gestão que regem, sendo o PPA, com planejamento pelos próximos 04 anos de governo e a programação Anual de Saúde (PAS), com as metas e indicadores que deveremos executar neste ano para atingir os índices”.
A coordenadora do setor de Epidemiologia, Marilia Forest, relatou que na última reunião do CMS foi apresentado o Relatório Operacional com os dados do 1º Quadrimestre deste ano. “Houve questionamentos por parte dos laboratórios no que diz respeito ao diagnóstico de Sífilis em Palmas. Nessa reunião não estava presente devido ao período de férias. Hoje, esclareci sobre essa questão com os dados frente aos exames”.
Esclareceu ainda que os pacientes, crianças ou gestantes portadores da Sífilis, passam por uma série de acompanhamentos com os exames laboratoriais pós diagnóstico. “Uma gestante quando descobre no início da gravidez a Sífilis, faz o VRDL mensal nos noves meses da gestação, e após o nascimento da criança faz os exames por 01 ano, sendo trimestral. Uma única gestante faz em torno de 14 exames”, salientou ela e ressaltou que no 1º Quadrimestre, em Palmas, 20 pessoas foram diagnosticadas com Sífilis Adquirida, “que diz respeito a pessoa adulta, nove gestantes e 13 crianças que foram expostas devido a gestação da mãe, mas, não quer dizer que elas tenham Sífilis”.

Jornal A Folha