Após a coleta de depoimentos e a análise de provas periciais, a autoridade policial apontou a autoria dos delitos ao investigado. Conforme o delegado da PCPR Hugo Santos Fonseca, o indiciamento por homicídio qualificado considera o emprego de meio que dificultou a defesa da vítima e o fato de ela ser maior de 60 anos e possuir deficiência.
O indiciamento por estupro qualificado levou em conta as lesões constatadas por laudo pericial. O investigado também foi indiciado por resistência, em razão de ter investido contra policiais no momento da prisão, e por violação de domicílio qualificado, uma vez que acessou o convento mediante escalada.
As provas reunidas incluem imagens de câmeras de segurança e vestígios de sangue localizados nas roupas do investigado. O laudo pericial apontou a ocorrência de violência física e sexual. Segundo a apuração, a vítima possuía limitações motoras e de fala em decorrência de um AVC anterior.
“Durante o interrogatório, o investigado admitiu parte das agressões e afirmou ter agido sob influência de “vozes”. O investigado está preso preventivamente e permanece à disposição do Poder Judiciário”, explica.
O inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Ministério Público para análise e adoção das medidas cabíveis.
