A rejeição é a palavra de ordem do momento. Rejeitam-se os atores e suas peças – encenações capengas, discursos mirabolantes, promessas vazias de conteúdo, demagogia, populismo, produtos que não se adequam as reais necessidades de seus consumidores. São versões sem atualização necessária que o mercado exige e também as crises que abalam o mercado e, quem menos ouve o clamor das vozes da população sofre as maiores quedas e aumentam a sua rejeição.
A rejeição, deve ser analisada pois trata-se de uma predisposição negativa da população em relação até a produtos, como também a políticos e líderes de mercado e seus velhos métodos para engabelar as massas. Para compreendê-la melhor, há de se verificar a intensidade da rejeição dentro da consciência da população. A equação aceitação/rejeição se fundamenta na reação emotiva de interesse e desinteresse, da simpatia e antipatia.
O ”ciclo da rejeição” é um padrão comportamental e emocional, muitas vezes ligado ao complexo de rejeição, onde o medo de não ser aceito gera insegurança, comportamentos de autossabotagem e isolamento, confirmando a crença inicial de rejeição. Esse processo envolve baixa autoestima, necessidade excessiva de agradar e insegurança crônica. Uma reflexão do ciclo da rejeição. Aqui uma experiência Inicial, chamada de ferida com rejeições passadas, citando a infância e relacionamentos anteriores, criam a crença de que não se é bom o suficiente. Aí vem o medo de novas rejeições, ou seja, cria-se um medo intenso de ser novamente rejeitado, gerando ansiedade e hipervigilância a sinais de reprovação.
No quesito comportamento de autossabotagem ou mesmo defesa, a pessoa pode se tornar excessivamente agradável para ser aceita, chamamos aqui de submissão ou, inversamente, isolar-se para evitar o risco de se machucar. A confirmação da crença faz com que a pessoa se afasta ou age de forma insegura, o que pode levar a um afastamento real dos outros, confirmando sua crença de que é rejeitada. A rejeição tem uma intensidade que varia de um para outro, marca para marca, produto para produto, pessoa para pessoa, político para político... alguns protagonistas conservam rejeição histórica, que nem o tempo tem conseguido apagar.
O QUE FAZER?
Na tentativa de diminuir seus índices de rejeição, muitos promovem mudanças de comportamento e mesmo atitudes. A rejeição pode ser diminuída, desde que se façam pesquisas das causas que levam a apresentar a indignação social, como enfrentar o problema sem fazer rodeios e não prometer o que não se pode fazer, escutar, analisar, cumprir e mudar o rumo, voltar aos trilhos O conselho é que assumam-se como protagonistas, sejam pró ativos e retomem as rédeas, encontrem sua própria identidade, melhorando suas análises e, conhecendo e evidenciando seus pontos fortes, procurar um jeito de atenuar seus aspectos negativos.
Embora a rejeição seja dolorosa, ela também pode ser vista como uma oportunidade de crescimento.
Cada experiência de rejeição oferece uma chance de aprender algo novo sobre si mesmo, sobre os outros ou sobre o mundo ao seu redor. Ela pode ajudar a descobrir áreas onde você pode melhorar, novas formas de abordagem ou até mesmo redirecionar seus objetivos. Essa perspectiva pode ajudar a transformar a dor da rejeição em uma motivação para se aprimorar, seja em suas habilidades sociais, emocionais ou profissionais. Além disso, a rejeição pode abrir novas portas, ao forçar uma mudança de direção ou ao fazer com que você busque alternativas que talvez nunca tivesse considerado antes. Será erro persistir nos velhos hábitos. É preciso mudar na medida do equilíbrio. Sem riscos.
Conselho: Tomem cuidado com mudanças constantes e bruscas e atentem para a sabedoria da velha lição: Não ganha força a planta frequentemente transplantada.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina palestrante de sucesso, escritor com vários livros, CDs e DVDs que já venderam milhões de cópias e exemplares no Brasil, América, Ásia e Europa. Clientes como General Motors, Basf, Bayer, Banco do Brasil, Grupo Silvio Santos, entre outros...compram suas palestras. Experiências no Japão, Portugal, Estados Unidos, entre outros países... 5000 palestras realizadas no país e exterior. Atualmente no top 10 dos livros mais vendidos no ranking do Google.
