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Terça-feira, 16 de Junho 2026
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Movimento como cura: evidências científicas e transformação após os 40

A partir dos 40 anos, o corpo feminino passa por mudanças fisiológicas importantes: redução gradual da massa muscular, diminuição da densidade óssea, alterações hormonais e maior propensão a dores articulares, ansiedade e distúrbios do sono.

Movimento como cura: evidências científicas e transformação após os 40
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A ciência é clara ao afirmar que o exercício físico regular é um dos pilares mais eficazes para atravessar essa fase com saúde, autonomia e qualidade de vida.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a prática regular de atividade física reduz significativamente o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, osteoporose e depressão. Além disso, o exercício estimula a liberação de neurotransmissores como endorfina, serotonina e dopamina, diretamente associados ao bem-estar emocional, à autoestima e à redução do estresse.
Mas, para além dos números e estudos, existem as histórias reais — aquelas que traduzem a ciência em vida vivida. Como o relato da Denise Xczepaniak, 46 anos, participante do projeto Rich’s Volleyball 40+:
“Comecei no vôlei porque precisava fazer uma atividade física que eu realmente gostasse. Comecei a ir aos treinos sem muita expectativa, o que mudou rapidamente. Nunca me senti tão acolhida em um lugar. O projeto Rich’s Volleyball 40+, sem dúvida, foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido em 2025. Minha saúde física e, principalmente, a saúde mental melhoraram 100%. O Rich’s Volleyball 40+ não se trata de um simples projeto, mas sim de um movimento de mulheres unidas umas pelas outras”.
A fala de Denise reforça o que a ciência também aponta: o exercício físico, quando realizado em um ambiente seguro, orientado e acolhedor, potencializa seus efeitos positivos. Estudos indicam que atividades em grupo aumentam a adesão, a constância e o prazer na prática, além de fortalecer vínculos sociais — fator essencial para a saúde mental na maturidade.
O movimento atua no corpo, mas também no cérebro. Pesquisas em neurociência mostram melhora da memória, da concentração e da qualidade do sono, além da redução de sintomas de ansiedade e depressão. Não se trata de performance ou estética, mas de regularidade, respeito aos limites individuais e prazer em se movimentar.
Mover-se após os 40 é um ato de autonomia e empoderamento. É escolher envelhecer com qualidade, presença e protagonismo. É entender que cada treino é um encontro consigo mesma.
Convite
Se você sente que é hora de cuidar mais da sua saúde física e mental, de se reconectar com seu corpo e de viver o movimento como acolhimento e pertencimento, permita-se começar. Busque uma atividade que faça sentido para você, com orientação adequada e respeito ao seu ritmo.
O movimento transforma. A ciência comprova. As histórias confirmam.

Vera Lucia Figueiredo Necher
Professora, escritora e idealizadora do projeto 
Rich’s Volleyball Mulheres 40+, em Palmas(PR). @veralucia1234_

Bruno Lima

Publicado por:

Bruno Lima

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