A diretora-geral do IFPR Campus Palmas, esteve em Brasília, se reuniu com alguns deputados e também com o secretário do SETEC-MEC, buscando alterar a Tipologia da instituição. Vale destacar que está é uma pauta discutida há 16 anos.
Explicou, quando o Campus foi federalizado, em 2010, já era uma instituição muito grande, porque os alunos migraram junto com os cursos superiores para o Instituto Federal. “Na ocasião, foi caracterizado pelo MEC, que é a mudança da Tipologia que buscamos atualmente, que o nosso Campus é pequeno, e do interior, só tem direito a 70 professores e 45 técnicos. Só que, já extrapolamos isso há muito tempo. Se o MEC não mudar essa questão, não recebemos um recurso maior, não conseguimos mais vagas para concurso e já chegamos no ápice tendo um número de terceirizados muito maior que o número de efetivos para atender os 21 mil m² quadrados do Campus Palmas, que consome 90% do nosso orçamento, fazendo com que não possamos avançar e crescer”.
Ressaltou que essa visita a Brasília foi muito produtiva com os deputados que apoiam e enviam anualmente emendas, “mas também conseguimos uma reunião com o secretário da SETEC-MEC, quem regula os Institutos Federais no Brasil. Foi uma conversa muito produtiva, nos deu uma esperança muito grande. Interessante, eles entenderem que o Campus, não quer crescer nesse momento. Nós precisamos de uma correção histórica, que é reconhecer o Campus de um tamanho que de fato condiz com o tamanho que tem, com isso estamos com essa expectativa, que o MEC identifique e reestabeleça uma portaria onde possamos ter uma Tipologia150-100, que nos dá o direito de 150 professores e 100 técnicos, lembrando que já temos os 150 professores. Com essa mudança já teríamos a oportunidade de chamar mais técnicos administrativos de educação que fazem todo o funcionamento, porque nenhum Campus funciona sem eles. Os professores, tem uma atividade, mas o Campus tem inúmeras outras atividades que precisam acontecer para que de fato possamos avançar para uma educação pública, gratuita e de qualidade, esse o propósito dos institutos federais”, finalizou.
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